22 de ago de 2008

11 de ago de 2008

Ilkley

 

 

 

 


Nessa nossa viagem pela inglaterra, fomos para Ilkley, uma cidade vizinha... a cidade é um pouco antiga, pois tinha colonizacao desde a idade do bronze (2500 mil anos ANTES de cristo). Teve tambem um povinho romano que passou por la e tudo mais. Enfim, é uma cidade ainda adolescente (da 19nona geracao...)

Feirinha gostosa por la, simpatica, e descobri depois ser tambem a cidade onde mora meia parte dos professores onde estudo... chique? o clima estava sol-chuva-sol-chuva, mas tudo bem. 75% da cidade é branca, e 75% é catolica. Resultado: nessa cidade, pub's nao abrem no domingo e sex-shops nao se ve por ai... depois reclamam que as pessoas nao tem filhos...

fabro
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Kissy Daisy

 

 

 

 


Conhecam a nova pessoa que mora aqui em casa: Kissy Daisy. Essa clown nao fala ingles direito, entao a sua comunicacao é narigal. Ela esteve apresentando-se num aniversario em Huddersfield, e a peca dela falava sobre meias.... nenhuma palavra sequer em ingles, acreditam?

ESTREIOU! Laura Telles estreiou na Inglaterra.... foi! Falta um pouco daqui, dali, mas a personagem é tao linda... uma coisa so.

Falando em aniversario ingles, no caso de um dos filhos da familia de Huddersfield na qual laura é nanny, vamos as diferencas:

1. Em aniversario de crianca, so vai as criancas (os pais deixam e pegam, mas a nao ser os muito, muito, muito proximos, que ficam, todos os outros pais so aparecem para fazer a logistica).

2. O aniversario tem hora para comecar e acabar. Comeca as 11 (todos chegam as 11h05) e termina a 1 (isso mesmo, só duas horas de festa, e os pais cheam as 12h55)

3. So vai crianca da mesma idade, e tem numero meio limitado (umas 20 maximo)

4. tem hora para brincar, hora para comer, e hora para cantar parabens

5. a comilanca é bem mais modesta que no brasil

enfim, é uma aniversario ingles.. fabro
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Feliz aniversario Luciana

 

 
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4 de ago de 2008

gay pride

 

 


Para quem estava esperando um Rio de Janeiro em plena Ipanema, ou uma Avenida paulista com 3 milhoes de pessoas teve que se contentar com meia duzia de gatos (suspeitos) e pintados (de rosa...) em Leeds. É o gay Pride 2008. Drags montadas? algumas poucas... nada de outro planeta. Barbies (musculosos com coluna des-viada), alguns, e cmoportados. Mocas lindas se beijando? Umas duas. O que tinha sobrando? familia... casais gays com geracoes de filhos criados em lares gls...

O de sempre aconteceu: muita gente bebada. Mas a festa mais parecia uma passseatinha que outra coisa. Os carros de som nao podiam tocar musica alta devido as leis municipais. Musica boa entao so nos clubs (muito bons, por sinal, e cheios). Os carros de som, que deveriam andar devagar para a cidade ver o que nao quer ser visto, iam rapido, acelerando mais que pedestres pelas ruas da cidade.

Enfim, os mais coloridos eram Laura e Isabel. E as meninas mais bonitas tambem... Mas afora isso, afora a expectativa de sair do Rio e cair em Leeds, a festa foi bacana. Muita politizacao sobre o tema, cartazetes e jornaisinhos explicando as reinvindicacoes, camisinhas voando como se fossem baloes dirigiveis, o sol resolver aparecer um pouquinho mais tarde, mas la pelas 8 da noite ja tinha apenas os gatos pintados (trocadalho) que iam mesmo virar a noite dancando... faltou ma e gui para curtir a musica, e faltou um pouco de brasil....

fabro
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Gay pride

 

 

 

 



Deem uma olhada no toque refinado das camisetas...
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Pride!

 

 

 

 
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1 de ago de 2008

O aprendiz

Tem sempre no Brasil aquele borburinho dizendo que o sonho de qualquer pesquisador é ser professor em universidade publica. Na privada, como bem diz o nome, só se faz merda (diria o ditado popular). O sonho é trabalhar para o governo, ter estabilidade (leia, nao ser despedido), um bom salario (leia, poder fazer consultoria) e trabalhar em horario felixivel (leia, trabalhar se tiver com vontade).

Pois bem, vamos ver como as coisas funcionam por aqui. Semana passada estavam escolhendo professores juniors (leiam, recem doutores ou recem post docs) para dar aula no instituto. Comparado com o salario de um professor, é um misere. Mas considerando com uma bolsa-consideracao, da já para comecar a ser gente... Qual era o principal criterio para avaliar se o candidato era bom ou nao? Curriculo, mais ou menos. Saber dar uma aula, mais ou menos. Ser bonitao e usar calca apertada, mais ou menos... O que contava, mesmo, é sua capacidade de fazer pesquisa (leia, encontrar alguma instituicao que va pagar para ele fazer pesquisa).

Moral da historia: bom professor, na inglaterra, é aquele que consegue atrair fundos para universidade... e isso nao é caridade nao: aqui voce traz fundos e mama nas tetas (leia, voce se paga seu trabalho). bom professor é aquele que consegue instituticoes externas para na entre-via pagar seu salario e ainda deixa um tanto no instituto para ser re-investido.

Moral da historia: a questao aqui é dindin. Se a pesquisa será bem feita, isso é meio ponto. Se a pesquisa é inedita, isso é meio ponto. Se a pesquisa se paga, ta dentro.

Essa é a mentalidade: voce trablha se for auto-limpante. No projeto de pesquisa que empresto meu laboro, o pensamento é parecido: tudo pode virar parceria, tudo pode virar permuta, mas por favor, nao diga que o projeto tem orcamento... tudo gira em torno do dindin. O dindin existe, mas para que ele serve? Para pagar salario de professor... e eles ganham bem, e cada vez mais bem. É na verdade um bem que nao acaba mais... eles chegam a ganhar facil mais de 4 vezes o que ganha um iniciante. E se for um professor com meio ou final de carreira, chute esse fatorial para cima. E nos EUA dizem ser ainda pior.

Estaria a universidade publica falida?

fabro